Programa de Investigação E.L.A.

A Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) é uma doença neurológica degenerativa, progressiva, rara e sem cura, que se carateriza por provocar paralisia motora progressiva e irreversível.

Objetivo

Reforçando a aposta na área da investigação científica, a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa lançou, entre 2015 e 2019, o Programa de Apoio a Investigação Científica em Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), pretendendo contribuir na procura de soluções para a melhoria da qualidade de vida dos pacientes de ELA, das suas famílias e cuidadores.

Este programa assenta num concurso para atribuição de financiamento (no valor anual de 50 mil euros ao longo de 4 anos, caso o projeto vencedor veja renovado o seu financiamento) ao melhor projeto de investigação e tem como objetivo a promoção e dinamização da investigação científica fundamental ou clínica, por forma a incentivar contribuições significativas no âmbito da ELA, possibilitando novas estratégias na prevenção, tratamento e restabelecimento das funções neurológicas.

O Programa de Apoio à Investigação Científica em ELA apresenta algumas diferenças significativas e inovadoras na atuação da Santa Casa, a mais importante das quais é o facto de, pela primeira vez, a Santa Casa não se apresentar apenas como entidade financiadora, mas sim, constituir-se parceira ao afetar bolseiros de investigação próprios, ao projeto vencedor.

Vencedores

A linha de financiamento anual deste Programa, no valor de cinquenta mil euros, atribuiu ao projeto vencedor o valor global de 200 mil.

Dora Brites

Dora Brites
Programa de Investigação E.L.A. 2015

Explorando o impacto de microvesículas derivadas dos astrócitos na degeneração dos neurónios motores e como veículos de libertação de moléculas neuroprotetoras na Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA)

SAIBA MAIS

Orgãos

Os projetos são revistos e analisados por especialistas internacionais em ELA em regime de peer review garantindo a melhor e mais imparcial análise das candidaturas.

O júri de avaliação das candidaturas a bolsas é composto por um mínimo de três e um máximo de cinco membros, especialistas de reconhecido mérito, nacionais ou estrangeiros, de instituições públicas ou privadas, tendo em consideração a sua qualificação académica.